quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Ninguém é feliz

se não conhece o meu, o seu, o nosso MATHEUS VERDELHO
























Inspiração

Para você que está mal, como eu,achando que não existiam mais homens bonitos nesse mundo...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Eu apanhei, Diário! :(


Diário...

Ontem eu dormi na casa do Johny. Ele é sempre tão carinhoso comigo mas ontem eu me assustei. Ele me bateu, Diário. Ele estava dentro de mim, na posição ladeira trepidante, eu deitava de bruços e ele por cima de mim, deitado nas minhas costas. Pois bem, ele puxou me cabelo bem forte e me bateu nas costas :(

Depois me mordeu com tanta força que eu pensei que ele ia arrancar minha carne. E depois ele me bateu de novo. Chorei calada. eu acho que merecia. O homem pode até não saber porque está batendo, mas a mulher sempre sabe porque está apanhando... Ele continou lá, dentro de mim, até cair desfalecido do meu lado. Depois me pediu desculpas e dormiu. tive vontade de ir pra cima dele, de bater muito, de deixar ele roxo, de quebrar os óculos dele, aff! Mas não fiz nada.

E o pior de tudo, Diário! Eu acho que estou grávida =0

Mell Dells, o que eu faço? Me ajuda, Diário!

Ps. Eu atrasei um pouco a publicação do 3º capítulo da minha novela Bandida Solta na Vida, mas essa semana ainda ele sai!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Bandida Solta na Vida - Capítulo II


No capítulo anterior, Gilda conheceu Romerinho Suassuna, o bicheiro, e, enquanto pensava sobre a sua oferta, viu um revolver prata debaixo do banco do carro.

Capítulo II - O prazer do Crime

Romerinho colocou a mão por debaixo do banco e, por um momento, Gilda estremeceu. Teve medo de que ele a ameaçasse com aquele revólver enorme. Ainda pensou se poderia ser mais ágil do que ele, pegar a arma e estourar os miolos daquele tarado. Mas quando deu por si, o homem apenas havia pego um pacote de preservativos que ele também guardava debaixo do seu banco:

- Vá, Gilda, você vai gostar... Deixe. Se você quiser que eu pare, eu paro. Vai, princesa, deixa eu te sugar, deixa eu te lamber, te chupar, passar minha língua bem devagarzinho... Prometo que você não precisa fazer nada. Só ficar quietinha, com as perninhas bem abertinhas na minha frente.

Num impulso, Gilda afastou a calcinha e abriu ao máximo as pernas. Romerinho Suassuna se aproximou ofegante do sexo praticamente intocado da moça, e, lentamente, encostou a língua sobre a fenda já completamente encharcada. Primeiro passeou pelo clitóris inchado só com a pontinha da língua, depois o abocanhou e sugou, comprimindo-o entre os lábios, como se fosse uma deliciosa sobremesa. Com as mãos, o bicheiro afastou os grandes lábios praticamente sem pêlos da jovem, e brincou com a língua entre os pequenos lábios carnudos da moça. Depois enfiou a língua dura e firme lá dentro, como se desejasse, todo ele, ir junto, e penetrá-la.

Gilda se contorcia de prazer, mas não conseguia relaxar. Não queria perder a virgindade com ele, queria que Bruno fosse o primeiro. Quando viu aquele homem mexer por dentro das calças, teve medo de que ele tentasse penetrá-la, afinal, para que teria pego os preservativos. Num súbito, fechou as pernas e ameaçou um choro...

- O que foi, princesa? Não tá gostando?
- Estou sim, seu Romerinho... Mas to com medo...
- Medo de quê, preciosa... Eu não vou fazer nada contigo... Nada que tu não queira...
- Eu não quero perder minha virgindade com você. Eu amo o Bruno!
- Calma, gracinha, calma... E quem disse que eu vou tirar tua virgindade... Mas, sinceramente, eu acho que esse babaca desse tal de Bruno também não tá te merecendo, não... Me diz só se algum dia ele já faz isso contigo...
Dizia isso enquanto masturbava a garota e, enquanto excitava o grelinho da jovem, colocava a outra mão novamente debaixo do banco do carro.

Mais uma vez Gilda gelou.

Dessa vez ela não estava enganada. Romerinho Suassuna pegou o seu revólver enorme e brilhante e ela simplesmente se viu perdida, sem ter para onde correr.

- Não, pelo amor de Deus, seu Romerinho, não me mate! - Gritava aos prantos.
- Calma, Gilda... Você só precisa ficar calma, dizia ele enquanto lustrava o cano do revólver...
- Pode fazer o que quiser comigo, mas por favor não atire em mim!
- Eu não vou atirar em você. Só acho que você precisa perder sua virgindade de uma forma inesquecível, e não com um namoradinho fajuto e espinhento que vai gozar em um minuto e te deixar na mão.

Romerinho encostou então o cano prateado e frio da sua arma no grelinho de Gilda. A jovem não tinha nenhuma reação e apenas permanecia ali, com as pernas abertas em frente ao rosto do bicheiro.

Depois ele chupou aquele sexo vermelho e carnudo, intercalando suas chupadas com brincadeiras com a sua arma, que ele passeava por todo o sexo da jovem. Até que, aos poucos, Gilda foi desejando mais e mais aquele cano duro dentro do seu sexo molhado.

- Eu quero, seu Romerinho – disse ela, entre gemidos...
E o bicheiro enfiou, devagarzinho, o revólver dentro da fenda intocada de Gilda... Ela continuava nervosa, mas deliciava-se com aquele mastro duro dentro de si... Sentiu uma dor muito forte no início, e percebeu que o cano prateado estava melado de sangue... Por um instante pensou que ele tivesse atirado... Afinal, tinha ouvido dizer que tiro não dói... Mas não... Era a sua virgindade que acabara de perder...

Romerinho Suassuna continuava a meter o cano do revólver dentro da moça, enquanto sugava ferozmente o grelinho da jovem.

Até que o gozo veio, numa explosão louca, e Gilda gritava e se contorcia... Rapidamente Romerinho pegou a camisinha – parecia que havia arquitetado tudo nos mínimos detalhes, e logo estava dentro do seu sexo... Seu gozo veio logo em seguida, e ele caiu desfalecido por cima do corpo branco e acolhedor dela.

Gilda beijou sua boca com delicadeza. Realmente o Bruninho nunca seria capaz de lhe proporcionar aquele tipo de prazer, havia chegado a essa conclusão naquele momento, e percebeu que Romerinho seria o seu homem.

Logo estavam morando juntos, embora Gilda não o amasse. Estava presa a ele pelo sexo, pelo laço que os uniu e que jamais se desfaria. Seis meses se passaram quando Romerinho passou a lhe falar dos seus negócios, assunto até então nebuloso entre eles.

A essa altura, completara seus dezoito anos, e havia resolvido se casar com o bicheiro. Casaram-se sozinhos, numa união onde eles mesmos se prometeram e se abençoaram, num meio de um beco escuro do subúrbio, numa espécie de ritual só deles.

Gilda havia rompido definitivamente os laços com a sua família, e até mesmo com a sua mãe, que durante algum tempo, depois da sua mudança para a casa de Romerinho, ainda arriscou visitá-la, contra a vontade do seu pai.

Era, agora, apenas dele. Sim, Gilda se apaixonara pelo homem mais velho que lhe havia ensinado tantas coisas sobre a vida e sobre o sexo. Não havia noite sem êxtase. Ele a fodia como ninguém, a tratava como uma rainha, e dizia que ela era seu pequeno milhar. Gilda gostava de cozinhar para ele, de cuidar, ela própria, das coisas da casa, e de esperá-lo, todas as noites, sem calcinha.
- Gilda, meu biscoitinho... vem cá...
- Oi, amorzinho...
- Acho que você tem que trabalhar comigo. Percebi isso desde a primeira vez que a vi. Acho que já lhe dei provas suficientes de como amo você, e não quero ver todo o seu talento se perdendo dentro de casa. A gente pode fazer dinheiro, muito dinheiro, Gilda, eu posso fazer isso sozinho, mas com você será tudo muito mais fácil... Para você ter, mais e mais, a vida que você merece, princesa.

- Oww, môr, e o que eu devo fazer? Não sei pra que diabos eu sirvo. Esse ano é ano de vestibular, pensei em fazer faculdade de moda, mas sei lá...

- Você tem um magnetismo muito grande, Gilda... Não pode se perder como uma costureirazinha... Vou arranjar diversas funções para você. Além de ganhar dinheiro, você ainda vai se divertir muito, meu milharzinho...

Amanhã terei uma reunião de negócios na casa do Monte Carlo. Você vai comigo e vai seduzir aquele idiota. Enquanto eu tiver lá embaixo jogando com aqueles otários, você sobe com ele, deixa aquele safado te chupar um pouquinho, e depois diz que vai tirar umas fotos picantes de vocês dois. Ele já me disse que tem dinheiro e cocaína guardados no quarto. Depois de deixar aquele nojento bem louco, você vai pegar essa arma e ameaçar estourar o saco dele – e colocar aquelas fotos na internet - se ele não lhe der a cocaína e o dinheiro que ele tem lá...

Gilda ficou muda por um instante. Estática, sem reação. Mas depois, retrucou, explosiva:
- Deixa eu ver se eu entendi. E você vai tá me dizendo pra eu abrir as pernas pra outro cara me chupar, é isso?
- Você precisa ter outras experiências, fofinha... Além do mais, o Monte Carlo é boa pinta, dizem que bom pinto também... Você vai dar uma foda legal, e ainda voltar com dinheiro e droga pra gente!
- Eu não faço questão por dinheiro! E nem uso drogas, esqueceu?! Vá você dar esse seu cuzinho pra esse cara! Ou arranje outra! Não sou puta!
- Você vai sim, sua putinha!!! – Disse Romerinho em tom ameaçador, puxando-a pelos cabelos para junto de si, Você vai, e vai fazer tudo que eu mandar, sua piranhinha safada.
Romerinho a jogou no chão do quarto e bateu a porta.
 
*****

E agora, o que será da jovem Gilda? Aguardem o próximo capítulo!

Mell dells!

Mell Dells!!

De novo, Diário... Dormi com o Johnny do sábado pro domingo e adivinha? Foi batata... Dessa vez eu disfarcei pra ele não perceber que eu só consigo chegar lá na batata da perna dele...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O que eu faço?


Diário...

Não sei mais o que eu faço! Só consigo gozar na batata da perna do Johnny... Já estou ficando até envergonhada, ele deve pensar que eu sou uma maníaca, uma louca que tem algum tipo de tara por aquela parte específica do seu corpo. Por isso que ontem, quando nos encontramos, preferi nem me esfregar lá, já pra evitar que ele tenha esse tipo de pensamento sobre mim.

E ele se esforçou tanto pra conseguir me fazer chegar lá... Meteu gostoso, me chupou como se fosse uma maçazinha, colocou a mão, e nada feito. Tive que fingir :0 pro tadinho não ficar achando que eu sou frígida.

Pior que com esses carinhas de merda que eu cato de vez em quando, como o ruivinho, eu consigo tão rapidinho. Acho que é porque gosto mais dele, sei lá, fico nervosa quando tô junto dele, além de que eu simplesmente travo quando ele me olha e eu percebo que é isso que ele espera dele mesmo: Me fazer gozar com as partes convencionais do seu corpo...

Não sei mais o que faço... 5 meses já que nos pegamos, e só 3 gozadas! Uma com a mão e duas na batata da perna...

E eu gosto tanto de ficar com ele... Acho seu corpo tão gostosinho de ficar junido...

Me ajuda, galera, quem precisa de conselhos dessa vez sou eu...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Bandida solta na vida - Capítulo I



Capítulo I – De como a pequena Gilda conheceu Romerinho Suassuna, o bicheiro.

Gilda contava com apenas dezessete anos quando foi descoberta por Romerinho Suassuna, famoso bicheiro da cidade, conhecido pelo seu faro para descobrir novos talentos para o mundo do crime. 

Todos os dias, a jovem ia comprar pão com seu usual vestidinho cor-de-rosa cuja alça direita, propositadamente caída, sempre deixava escapar, vez por outra, uma pequena mama de bico rosado, e era o assunto do bairro. Mal batia as dezesseis, todos, de carta forma maquinalmente, punham-se às portas dos seus comércios, conversavam, contavam seus “causos”, sorriam desinteressadamente, esperando a moça passar a caminho da padaria.

Fazia semanas que, a pretexto de fiscalizar suas bancas de bicho, Robertinho Suassuna passava por lá no horário em que seria certo ver a moça, e, encostado junto ao ponto da fofa, passadora de bicho durante a tarde e prostituta durante à noite, esperava a menina passar. Já havia tentado iniciar uma conversa com a jovem, mas ela, conhecida por ser de poucas palavras, apenas abaixava a cabeça e nunca respondia às suas investidas.

Passou então a vigiá-la. Estava obcecado por ela, pelas suas tetas durinhas de biquinhos rosados e pelo seu jeito recatado de moça de família. “Uma santinha bandida, uma putinha santinha, uma puta de uma safadinha”! Assim se referia a jovem, enquanto crescia-lhe algo entre as pernas, no momento em que se imaginava dentro das suas carnes ainda intocadas (não se ouvia dizer de ninguém que houvesse conseguido deflorar a moça). Mas também antevia o futuro promissor de Gilda nos “negócios” de seu interesse. 

Em poucos dias o bicheiro já sabia onde ela morava, onde estudava, o nome das suas amigas, o rapaz por quem a ela era apaixonada. À noite, pendurava-se sobre um parapeito, de onde podia ver o quarto da garota através de um pequeno basculante.

Era a visão do paraíso. Todas as tardes, quando voltava da padaria, Gilda se trancava no quarto, tirava seu vestidinho cor-de-rosa e ficava completamente nua na frente do espelho.

- Safada, piranhinha, eu sabia que você gostava de se exibir, sua putinha! – Dizia Romerinho de si para si, enquanto procurava uma maneira de se masturbar sem se soltar do parapeito.

Ainda nua, a jovem se deitava e se tocava. Às vezes colocava as mãos entre as pernas e arrancava de lá um líquido quente, cujo gosto ela sempre provava; outras vezes brincava com seus pelinhos, enroscando-os entre os dedos; outras vezes se depilava completamente e deixava antever o seu sexo aberto, convidativo. 

Romerinho já havia sido pego algumas vezes sobre aquele parapeito, muitas vezes com a mão ocupada, mas poucos sabiam da existência daquele basculante. Ele só sabia porque sua sogra, dona Marlene, havia morado naquela casa antes do acidente que a deixou paraplégica. Ele disfarçava, dizia que estava se escondendo da guarnição que acabara de passar para recolher as maquinetas do jogo, e assim se safava de ser pego vigiando a intimidade de Gilda.

Certo dia, Romerinho teve a brilhante idéia de dar um presente à moça, para assim conseguir se aproximar dela: “Mulheres adoram ganhar presentes”, pensou. Resolveu dar um perfume e um objeto secreto, que ela só poderia abrir quando confiasse nele.

Logo começaram a conversar, Gilda sorria com as histórias do malandro, que à época contava com trinta e sete anos, muita espirituosidade e algumas boas aventuras para lhe relatar. Depois foi a vez de Gilda contar suas histórias, falar-lhe sobre Bruno, o seu colega de classe, por quem ela era apaixonada desde os treze anos, sobre sua fascinação pelo irmão, Rodrigo, filho da sua mãe com o anterior marido, e que morava na Espanha antes mesmo de ela nascer. 

Em poucos dias Romerinho havia, enfim, conseguido conquistar a confiança da moça, que lhe falou do que fazia na intimidade:

- Não, nunca fui pra cama com ninguém, mas já deixei o Bruno pegar no meu peito e colocar a boca também. Na verdade, todo dia, antes da aula, a gente entra no banheiro e ele coloca a boca no meu peito.
- O que ele faz com a boca?
- Ele morde devagarzinho, depois suga, depois passa a língua...
- E você, Gilda? Não faz nada com ele?
- Ah, já peguei lá naquele negócio uma vez só, mas morro de medo.
- Fala a verdade, princesa! Eu sou seu amigo, você pode confiar em mim.
- Eu coloco a boca de vez em quando, mas não gosto. Faço porque ele diz que gosta, porque mulher tem que fazer isso. Mas eu gosto tanto dele, seu Romerinho...
- Olha, Gilda, temos muito que conversar, mas agora eu preciso ir. Minha mulher está me esperando pro jantar. Amanhã eu vou ter que levar minha sogra pra fisioterapia, depois tenho que levar as máquinas para as bancas da Rua Jerônimo e da Rua Aristides Chaves.
- Tudo bem, seu Romerinho. Amanhã a gente conversa mais. Olha, já faz duas semanas que eu ganhei aquele presente misterioso. Posso abrir hoje?
- Pode Gilda, mas você tem que me prometer que não vai ficar com raiva de mim. E que vai deixá-lo, depois que você usar, na estante do seu quarto.
- Certo. Beijo, Romerinho! Obrigada!
Assim que chegou em casa, correu pra gaveta e abriu o presentinho. Era um vibrador da Hello Kitt.


Gilda a princípio ruborizou-se, quis pensar mal de Romerinho, nunca mais encontrá-lo, mas gostou tanto do seu presente que só pensava em inaugurá-lo. Mas logo se lembrou de que era virgem, e que não queria perder sua virgindade com um vibrador, e sim com Bruno.

Deixou o aparelhinho na estante do quarto – ninguém desconfiaria que uma coisinha tão fofa daquelas seria um vibrador, e, de pernas abertas, de frente pra ele, conhecia seu sexo.
Só não sabia a jovem que o inocente brinquedo se tratava de um vibrador espião, com uma câmera embutida, a que Romerinho tinha acesso a partir do computador da sua casa. E, assim, sem precisar se pendurar mais no parapeito da casa de Gilda, ele, todas as tardes, religiosamente, assistia à moça em sua intimidade.

Um dia, Romerinho forjou um encontro casual com Gilda, no momento em que esta voltava da casa de uma amiga. A garota, feliz com a grande coincidência, aceitou tomar um sorvete com ele numa sorveteria mais distante. No caminho, ele lhe perguntou sobre o vibrador. Ela novamente enrubesceu, como quando abrira o presente, respondeu que havia gostado, que era lindo, mas que não havia usado ainda porque era virgem.

Romerinho não disse nada até chegarem à sorveteria. Só então abriu a boca:

- Eu quero chupar você, Gilda.
- Hã? Como assim?
- Eu quero chupar você!
- Não to entendendo, seu Romerinho...
- Ora, esse Bruno é um egoísta. Quer que você coloque aquela coisa dele na sua boca, mas não coloca a boca dele em você. Deixa, Gilda, eu te mostrar como é gostoso receber um beijinho lá embaixo, deixa...
Gilda ficou em silêncio, mas, de repente, teve um medo súbito daquele homem. O que sabia dele? Para onde ele estava a levando? Para completar o temor, viu um revólver prateado, brilhante, debaixo do banco dele. 

(...)

O que será que acontecerá com nossa heroína? Será que ela vai deixar Romerinho Suassuna fazer sexo oral nela? Será que ela dá um tiro no bandido? Fiquem ligados, semana que vem, no próximo capítulo de “Bandida Solta na Vida”, uma blognovela de Gilda Monteiro.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Bandida Solta na Vida

Diário, a exemplo da Cleycianne e sua blognovela Gospel "Simplismente Layla", lanço hoje a primeira blognovela erótico-policial da blgosfera: Bandida Sob Medida, que contará a história de Gilda e sua marca no submundo do sexo e do crime.


Aguardem o primeiro capítulo! Ainda hoje no ar!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Confusão

 
Passada, Diário...


Saí com Ícaro, o ruivinho, e chamei ele de Victor.



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